A evolução da capacidade de endurance no reino animal: integração bioenergética, especialização metabólica e limites fisiológicos da atividade locomotora sustentada

A evolução da capacidade de endurance no reino animal: integração bioenergética, especialização metabólica e limites fisiológicos da atividade locomotora sustentada

A capacidade de sustentar atividade locomotora durante períodos prolongados constitui uma das manifestações mais complexas da integração fisiológica dos organismos animais. Ao longo da evolução, diferentes linhagens desenvolveram estratégias anatômicas, metabólicas,...
Plasticidade Biológica do Músculo Esquelético no Exercício de Endurance: integração entre sinalização intracelular, remodelamento do fenótipo contrátil, biogênese mitocondrial e angiogênese

Plasticidade Biológica do Músculo Esquelético no Exercício de Endurance: integração entre sinalização intracelular, remodelamento do fenótipo contrátil, biogênese mitocondrial e angiogênese

O treinamento de endurance constitui um dos exemplos mais expressivos de plasticidade fenotípica induzida pelo ambiente no organismo humano. Diferentemente de uma interpretação simplificada segundo a qual o exercício aeróbio apenas “aumentaria o número de...
Bases fisiológicas da distribuição de intensidade no treinamento de endurance: integração entre metabolismo muscular, sinalização molecular, adaptações cardiovasculares e regulação da carga de treinamento

Bases fisiológicas da distribuição de intensidade no treinamento de endurance: integração entre metabolismo muscular, sinalização molecular, adaptações cardiovasculares e regulação da carga de treinamento

A discussão contemporânea sobre o treinamento de endurance tem ultrapassado progressivamente a classificação convencional das intensidades de exercício para incorporar uma compreensão mais abrangente dos mecanismos responsáveis pelas adaptações fisiológicas e dos...
O componente lento do V̇O₂ como expressão da instabilidade bioenergética muscular: integração entre recrutamento de fibras, custo de ATP, transição metabólica e fadiga nos diferentes domínios de intensidade

O componente lento do V̇O₂ como expressão da instabilidade bioenergética muscular: integração entre recrutamento de fibras, custo de ATP, transição metabólica e fadiga nos diferentes domínios de intensidade

A cinética do consumo de oxigênio durante o exercício constitui uma das manifestações mais integrativas do metabolismo muscular humano. Quando uma transição abrupta do repouso ou de uma carga leve para uma intensidade constante é realizada, a demanda de ATP aumenta...
Regulação integrada do metabolismo energético muscular durante o exercício: bases bioquímicas, dinâmica dos sistemas de ressíntese de ATP e interpretação mecanística pelo modelo de Mader

Regulação integrada do metabolismo energético muscular durante o exercício: bases bioquímicas, dinâmica dos sistemas de ressíntese de ATP e interpretação mecanística pelo modelo de Mader

A compreensão do metabolismo energético durante o exercício exige superar uma interpretação meramente descritiva das vias bioquímicas e tratá-las como componentes de um sistema regulatório integrado, dinâmico e sujeito a múltiplos mecanismos de retroalimentação. Esse...
Da demanda energética à infraestrutura oxidativa: integração entre biogênese mitocondrial, angiogênese capilar e metabolismo do lactato na adaptação do músculo esquelético ao treinamento de endurance

Da demanda energética à infraestrutura oxidativa: integração entre biogênese mitocondrial, angiogênese capilar e metabolismo do lactato na adaptação do músculo esquelético ao treinamento de endurance

A adaptação do músculo esquelético ao treinamento de endurance não deve ser compreendida como simples aumento isolado da capacidade mitocondrial, da densidade capilar ou da utilização de lipídios. Trata-se de uma remodelação integrada do sistema responsável por...