por Roger de Moraes | 23 / 09 / 2026 | Sem categoria
PARTE I — DO TRABALHO EXTERNO AO DOMÍNIO FISIOLÓGICO 1. A sessão de treinamento como dose biológica O treinamento de endurance pode ser compreendido, em sua essência, como um processo sistemático de exposição do organismo a estímulos fisiológicos suficientemente...
por Roger de Moraes | 20 / 09 / 2026 | Sem categoria
A exposição ao frio constitui uma perturbação homeostática complexa, capaz de desencadear respostas integradas dos sistemas termorregulatório, cardiovascular, autonômico e metabólico. Diferentemente de uma interpretação simplificada na qual o resfriamento seria apenas...
por Roger de Moraes | 18 / 09 / 2026 | Sem categoria
A fisiologia do exercício de intensidade crescente não pode ser adequadamente explicada por uma sequência linear na qual recrutamento de fibras rápidas conduz à “produção de ácido lático”, que por sua vez provoca acidose, hiperventilação e fadiga. Esse modelo reúne...
por Roger de Moraes | 18 / 09 / 2026 | Sem categoria
A organização do treinamento de endurance em “zonas” constitui uma simplificação operacional de um sistema biológico que, em sua essência, é contínuo, integrado e altamente dependente da interação entre intensidade, duração, recrutamento muscular, disponibilidade de...
por Roger de Moraes | 17 / 09 / 2026 | Sem categoria
A interpretação fisiológica das zonas de treinamento exige abandonar a concepção de que lactato, acidose, ventilação, recrutamento muscular e adaptação mitocondrial constituem etapas sucessivas de uma cadeia causal simples. Durante o exercício, esses fenômenos emergem...
por Roger de Moraes | 17 / 09 / 2026 | Sem categoria
A organização do treinamento em zonas de intensidade constitui uma ferramenta operacional para representar respostas fisiológicas que, biologicamente, ocorrem ao longo de um contínuo. Embora velocidades, potências, frequência cardíaca, consumo de oxigênio e...