Bases biológicas da capacidade aeróbia e da durabilidade no exercício de endurance: adaptações metabólicas, resistência à fadiga e determinantes fisiológicos do desempenho prolongado

Bases biológicas da capacidade aeróbia e da durabilidade no exercício de endurance: adaptações metabólicas, resistência à fadiga e determinantes fisiológicos do desempenho prolongado

O desempenho humano em exercícios de endurance constitui uma expressão integrada da capacidade dos sistemas cardiovascular, respiratório, muscular, metabólico e nervoso de sustentar a produção de energia e a realização de trabalho mecânico durante períodos...
O componente lento do consumo de oxigênio no exercício de endurance: fundamentos bioenergéticos, recrutamento muscular, eficiência contrátil e interpretação à luz dos modelos de Alois Mader e da Escola de Colônia

O componente lento do consumo de oxigênio no exercício de endurance: fundamentos bioenergéticos, recrutamento muscular, eficiência contrátil e interpretação à luz dos modelos de Alois Mader e da Escola de Colônia

O componente lento do consumo de oxigênio (VO₂ slow component) constitui uma das manifestações mais importantes da interação entre metabolismo energético, recrutamento neuromuscular e tolerância ao exercício. Sua relevância ultrapassa a descrição de uma elevação...
Respostas agudas e adaptações crônicas ao treinamento de endurance: integração entre metabolismo energético, sinalização molecular, regulação cardiovascular, neuroendócrina e imunológica

Respostas agudas e adaptações crônicas ao treinamento de endurance: integração entre metabolismo energético, sinalização molecular, regulação cardiovascular, neuroendócrina e imunológica

Introdução: do estímulo contrátil à reorganização funcional do organismo A adaptação ao treinamento de endurance constitui um processo biológico multissistêmico no qual perturbações agudas da homeostase desencadeiam respostas regulatórias que, quando repetidas em...