Economia de movimento no endurance: determinantes bioenergéticos, eficiência contrátil, organização neuromuscular, propriedades musculotendíneas e adaptações moleculares ao treinamento

Economia de movimento no endurance: determinantes bioenergéticos, eficiência contrátil, organização neuromuscular, propriedades musculotendíneas e adaptações moleculares ao treinamento

A economia de movimento constitui uma das propriedades fisiológicas mais importantes para a determinação do rendimento em modalidades de endurance, particularmente quando se consideram atletas que apresentam capacidades aeróbicas máximas semelhantes, mas diferenças...
Determinantes fisiológicos do consumo máximo de oxigênio: integração cardiovascular, microvascular e mitocondrial e suas adaptações ao treinamento de endurance

Determinantes fisiológicos do consumo máximo de oxigênio: integração cardiovascular, microvascular e mitocondrial e suas adaptações ao treinamento de endurance

O consumo máximo de oxigênio, convencionalmente denominado VO₂máx, representa a maior taxa de utilização de oxigênio alcançada pelo organismo durante exercício dinâmico envolvendo massa muscular suficientemente elevada, sob condições experimentais apropriadas. Sua...
Bases biológicas da durabilidade no exercício de endurance: heterogeneidade das fibras musculares, homeostase bioenergética, resistência à fadiga e adaptações ao treinamento prolongado

Bases biológicas da durabilidade no exercício de endurance: heterogeneidade das fibras musculares, homeostase bioenergética, resistência à fadiga e adaptações ao treinamento prolongado

Da resistência celular à fadiga à preservação integrada do desempenho fisiológico A capacidade de sustentar o exercício físico prolongado resulta da integração entre processos bioenergéticos, contráteis, circulatórios, termorregulatórios e neurofisiológicos que,...