Destreinamento como biologia reversa do desempenho: a dissolução progressiva das arquiteturas cardiorrespiratória, metabólica e muscular na ausência do estímulo de endurance

Destreinamento como biologia reversa do desempenho: a dissolução progressiva das arquiteturas cardiorrespiratória, metabólica e muscular na ausência do estímulo de endurance

O destreinamento não constitui um simples “apagamento” passivo das adaptações induzidas pelo treinamento, mas um processo biologicamente ativo, hierarquizado no tempo e profundamente regulado por mecanismos fisiológicos e bioquímicos específicos, que se manifestam de...
Eficiência temporal não é equivalência biológica: limites conceituais da extrapolação de dados epidemiológicos baseados em wearables para modelos de treinamento e adaptação fisiológica

Eficiência temporal não é equivalência biológica: limites conceituais da extrapolação de dados epidemiológicos baseados em wearables para modelos de treinamento e adaptação fisiológica

O estudo recentemente publicado por Biswas et al. apresenta uma análise robusta e inovadora, baseada em acelerometria de alta resolução, ao propor novas estimativas de equivalência entre intensidades de atividade física em relação a desfechos clínicos relevantes,...