Nossas publicações
O ALTO RENDIMENTO DE ENDURANCE SE CONSTRÓI COM GRANDES VOLUMES, ALGUNS ESTÍMULOS INTENSOS E A CERTEZA DE RECUPERAÇÃO ENTRE SESSÕES
O treinamento de alta resistência aeróbica é um dos pilares do desempenho em esportes de endurance. Entre as estratégias mais eficazes para promover...
Zonas de Treinamento Revisitadas: Lactato, Limiar Ventilatório e SmO₂ na Perspectiva Integrada do Exercício
A evolução do conceito de zonas de treinamento representa uma das transformações mais profundas da fisiologia aplicada ao esporte de endurance. O...
Biologia do esporte: os mecanismos moleculares do alto rendimento aeróbico
O alto rendimento aeróbico em esportes de endurance, como natação, ciclismo e corrida, depende de uma complexa interação entre fatores centrais e...
Treinamento de Endurance de Alto Rendimento: Modelos de Sessão, Papel do Baixo Esforço e Diretrizes Atuais de Proteína
A literatura contemporânea em fisiologia do exercício tem consolidado um consenso pragmático: atletas de endurance de elite estruturam a maioria de...
O LIMIAR ANAERÓBICO NÃO É UM CONCEITO VÁLIDO – O INDICADOR CORRETO DEVE SER O MAXIMAL LACTATE STEADY STATE (MAXLASS)
Nos últimos anos, o lactato tem deixado de ser compreendido como um resíduo metabólico resultante de falta de oxigênio passando a ser reconhecido...
TREINAMENTO INTESTINAL E MODULAÇÃO INFLAMATÓRIA EM ATLETAS DE ENDURANCE: IMPLICAÇÕES DA NUTRIÇÃO NA PERFORMANCE E SAÚDE GASTROINTESTINAL
A inflamação sistêmica aguda associada ao exercício, frequentemente observada em sessões longas e/ou intensas, decorre, entre outros fatores, de...
Proteínas de Choque Térmico, Exercício e Rendimento Humano: Ciclos de Estresse, Recuperação e Adaptação
As proteínas de choque térmico (HSPs), especialmente a HSP72, são chaperonas moleculares, proteínas especializadas que auxiliam no dobramento correto de outras proteínas, prevenindo agregação indevida e facilitando a refoldagem de proteínas parcialmente desnaturalizadas. Sua função clássica é proteger a célula frente a diferentes tipos de estresse, garantindo a integridade proteica e a homeostase celular. Além dessa função tradicional, as HSPs participam ativamente da regulação metabólica, do funcionamento mitocondrial e da adaptação ao estresse fisiológico. Evidências recentes indicam que HSPs modulam a resistência à insulina, influenciam diretamente o desempenho físico e contribuem para adaptações ao exercício agudo e crônico. Este texto revisa o conhecimento atual sobre HSPs durante o exercício, com ênfase nos efeitos do tapering, do treinamento combinado com calor e dos ciclos de estresse e recuperação, destacando suas possíveis repercussões sobre o rendimento humano.
A biologia dos esportes de endurance sob a ótica da escola alemã
A fisiologia do exercício consolidou-se como um campo singular na história das ciências biológicas aplicadas. Ela emergiu da confluência entre o...
Do Corpo Doente ao Corpo Potente: a Revolução Epistemológica da Fisiologia do Exercício
A fisiologia do exercício constitui um campo singular na história das ciências biológicas aplicadas, surgido da convergência entre o empirismo dos...
NEM DOENÇA, NEM ERRO: O METABOLISMO POUPADOR DO ATLETA
1. Introdução A elevação dos níveis de colesterol LDL e da hemoglobina glicada (HbA1c) é classicamente interpretada, em contextos clínicos, como...
Variabilidade na Taxa de Sudorese e na Concentração de Sódio no Suor de atletas
Durante o exercício físico, a perda de água e eletrólitos ocorre em consequência direta da sudorese termorregulatória, um mecanismo essencial para a...
O Equilíbrio do Oxigênio: Como o Exercício Modula o Estresse Oxidativo e Promove a Adaptação Muscular
O exercício físico, especialmente o de resistência aeróbica, representa um dos mais poderosos estímulos fisiológicos para a adaptação humana....
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